Amar a vida è uma coisa efémera
a mulher desde o principio foi um ser
marginalizado pela sociedade durante
vários anos ela teve pouca participação
sendo fadada a mando do seu senhor
o marido era o chefe do lar mandava e
desmandava sendo assim definido por ele
o que era certo ou errado portanto o que era
bom para aquele grupo familiar isso acontecia de forma natural como um ciclo vicioso a filha casava - se e era mais uma vez subordinada mas agora do seu marido e assim ela repassava os seus costumes para a sua nova família inferioridade era sinónimo de mulher que após tantas lutas tem conseguido o seu espaço como cidadã que possui direitos e deveres iguais ...

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